
Por vezes gostava de ser invisível…
Já que somos tão pequenos perante este grande universo…
Passar despercebida a tudo e a todos para observar e reflectir melhor a vida…
Sou mesmo assim, por vezes preciso de “desaparecer” para voltar a ser eu.
A Terra, outros planetas e eu no Universo…

Por vezes gostava de ser invisível…
Já que somos tão pequenos perante este grande universo…
Passar despercebida a tudo e a todos para observar e reflectir melhor a vida…
Sou mesmo assim, por vezes preciso de “desaparecer” para voltar a ser eu.

Se calhar não devo dizer ou fazer nada…
Mas sinto-me impotente perante estas situações…
O que fazer quando um amigo nosso está a sofrer?
Todos temos a nossa vida, os nossos bons e maus momentos, que partilhamos ou não, mas quando se sofre, ou se está numa situação de inquietação, o que dizer?
Parece que tudo o que dizemos é lamechas, deja vu, e acima de tudo banal…mas dentro de nós algo nos diz para confortar, e mal ou bem, é o que tento fazer.
Sinto-me triste se estás triste…
Apesar de tudo só posso estar presente mas ausente, certa de que se o meu amigo precisar, pode contar comigo.

Na sequência do despacho nº. 2699/2005 publicado no Diário da Repúlica, nº. 25 – II Série de 4 de Fevereiro, informa-se que foi concedida tolerância de ponto na próxima 3ª. feira dia 8 de Fevereiro de 2005.

Fim de semana de Carnaval!
Folia e alegria, animação até dizer basta!
Espero que se divirtam!
Bom fim de semana!

Todos temos o poder nas nossas mãos, podemos ou não exercê-lo, mas pelo menos temos a ligeira ilusão de o possuir!
Tudo isto porque fui à formação da nova Avaliação do Desempenho e fiquei com estas ideias…
Resumindo e concluindo, será que tudo irá ficar na mesma?
Vou para formação hoje de tarde…
Manhã cheia de coisas para fazer, enfim…

“Northen Exposure” – “No fim do mundo”
A falar desta série…há uns anos atrás dava no Canal 2, mas deixou de repente, e agora recomecei a ver na Sic Mulher, às 2ªs pelas 21h00.
É a história dum médico nova iorquino que foi transferido para uma cidade do Alaska chamada Cicely, mesmo num local remoto.
Todas as personagens são tipificadas e todas são abordadas em cada episódio de uma forma ou de outra, já que retrata uma comunidade e como tal, todas fazem parte do dia a dia da pequena cidade.
O que me impressionou ontem, foi que o tio do médico, que é judeu, morreu e era necessário fazer uma oração com mais 10 judeus no funeral, bom, o pessoal lá se juntou e tentou procurar judeus no Alaska para a cerimónia!
Foi incrivel, descobriram judeus com diferentes profissões, diferentes apelidos, diferentes formas de estar, e de repente ele conseguiu as 10 pessoas para a cerimónia!
Mas não a quis fazer, pois disse não conhecer os outros judeus pessoalmente…então fez a cerimónia com as pessoas da cidade e disse: “Vocês são a minha comunidade, e na vossa presença posso fazer a oração, se me quiserem acompanhar, é só dizerem uma oração da vossa crença…”
E assim foi, indios, brancos, pretos, de todos os credos rezaram com ele.
Esta série está muito bem feita, pois aborda muitos assuntos actuais, e acima de tudo fala dos sentimentos que ligam as pessoas, e as mesmas dão importância às coisas simples da vida.
É claro que o médico por vezes fica completamente baralhado com tudo!
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