Um homem, que sabemos já idoso, viaja num comboio e vai passando o tempo a escrever sobre o seu casamento e como conheceu a mulher…quando está quase a apaixonar-se, pensa:
“Não posso, porém, deixar de me interrogar se não inventaremos o nosso próprio destino, se não traçaremos a nossa própria sorte, de acordo com as circunstâncias que vivemos. Até que ponto será o amor um truque da mente, um mero número de acrobacia verbal, para encaixar pessoas que se nos atravessam no caminho e que satisfazem as nossa necessidades num determinado momento? Nunca conheci a resposta a este enigma…”
Casa sem amor da parte dela, certo de que o seu amor faria milagres e que um dia ela o amaria como ele lhe pedia tantas vezes na intimidade do quarto…mais? ainda não o acabei de ler!
Se tiverem curiosidade é um livro de Anita Shreve

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