Arquivo de Novembro, 2008

Livro para quem gosta de pensar na “Vida”…

Vi no programa da Oprah e sei que ela fez vários programas sobre este livro.

É a loucura do momento na América e é sobre a redescoberta da nossa consciência como seres vivos e pessoas com laços emocionais fortes com a nossa Terra…isto é, todos somos feitos de pó de estrelas – adoro esta frase 🙂 – e muitas vezes não ouvimos o nosso interior…

O nosso corpo e a nossa mente fala connosco, a sério! é como a premissa do “Segredo”, já se ouve falar disso há tanto tempo mas não estava compilado!

Não estou a criticar este tipo de livros, aliás eu já li Louise Hay há muitos anos e ainda não existia nada em Portugal sobre o Ser interno, o poder da nossa mente!

Se tiverem curiosidade ou até para darem a alguém…é uma boa escolha!

Cartão de Cidadão!

Eu ainda não o tenho pois o meu BI caduca em 2010 mas tenho visto alguns nos “clientes” que atendo…todos se queixam do mesmo: “se perderem o cartão – que tem 5 números de diferentes serviços – têm de o pagar!”

Será bom ou vai dar mais dores de cabeça? que acham?

Já comecei…e tu?!

Fazer as compras de Natal 🙂

Quero evitar ao máximo andar no Shopping aos encontrôes e arranhôes por causa das coisas…

Delirei foi com os livros…estão muito caros…e eu gosto tanto deles! 🙂

Boas compras, divirtam-se e que o Espirito Natal esteja convosco 🙂

Fui ver “Um violino no telhado” !

Fui ver com a minha irmã que estava ansiosa por ver este espectáculo!

Ela viu o filme há alguns anos atrás…e adorou 🙂

O actor José Raposo está muito bem – pareço aqueles criticos de arte – e está bem encenado e tem humor, apesar da história ser simbólica e triste…

Gostei imenso e aconselho o pessoal a ir ver! 🙂

São Martinho!

“Ao canto do Outono, à esquina do Inverno, o homen das castanhas é eterno.

Não tem eira nem beira, nem guarida.

E apregoa como um desafio.

É um cartucho pardo a sua vida,

E, se não mata a fome, mata o frio.

Um carro que se empurra,

um chapéu esburacado,

no peito uma castanha que não arde.

Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado o homem que apregoa ao fim da tarde.

Ao pé de um candeeiro acaba o dia,

voz rouca com o travo da pobreza.

Apregoa pedaços de alegria,

e à noite vai dormir com a tristeza.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?

A estalarem cinzentas, na brasa.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?

Quem compra leva mais amor p`ra casa. ”

Poema de Ary dos Santos enviado pelo Alfredo Ramos Anciães 🙂

 


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